Data: 8/9/2010
Izabel Pimentel, a primeira brasileira a cruzar o Atlântico em navegação solo.
 
NOTICIÁRIO DA IMPRENSA


. Feneb.
. Desporto.pt.
. Flickr.
. Aratu Online.
. Webventure.
. Náutica Online.
. Esporte Site.
. Mergulho Brazil.
. Boteco 1.

Feneb


Desejo feito, desejo atendido!

A comunidade náutica brasileira acordou nesta quinta-feira com a frase de Izabel Pimentel estampada no topo do Blog da FENEB, e que logo tomou conta da imprensa especializada: "Alguém aí tem uma Coca-Cola?", disse a velejadora brasileira ao ser recebida por dezenas de fanáticos em Salvador, que esperaram ela por mais de seis horas no píer do Terminal Náutico da Bahia.
Durante o dia, a notícia se espalhou e ganhou espaço nos twitters e listas de e-mail da vela nacional. Houve até a coroação simbólica da "guerreira" Izabel como a "Rainha da vela solitária brasileira" por Murillo Novaes, numa prova de reconhecimento pelo esforço dela em "colocar uma bandeirinha do Brasil na regata."
Na festa de premiação da 2ª etapa da Regata Transat 6.50 Charente Maritime-Bahia, entre Funchal e Salvador, a brasileira era o centro das atenções. Mesmo estando exausta ("deixa eu me apoiar aqui senão eu caio!"), ela não escondia o tamanho da sua felicidade: "Foi legal o carinho que a Bahia me deu, tive uma recepção maravilhosa!"
Quando perguntada sobre a Coca-Cola, Izabel riu e comentou: "Em La Rochelle, antes da largada, eu falei com o Domingos Leonelli (Secretário de Turismo da Bahia) que, quando eu chegasse, queria beber uma Coca-Cola e comer um acarajé." Logo depois, o Blog da FENEB registrou o momento no qual Izabel realizava o seu desejo. A brava velejadora riu mais uma vez e deixou o coração falar: "Queria agradecer muito à Bahia. A vida é feita de momentos e a Bahia me proporcionou mais um momento feliz na minha vida."
(Feneb, 30/10/2009).

Alguém aí tem uma Coca-Cola?

Com direito a roda de capoeira, buquê de rosas e champagne, a brasileira Izabel Pimentel foi calorosamente recebida no píer do Terminal Náutico da Bahia, em recepção organizada pelo GT Náutico, depois de completar a sua 4ª travessia do Atlântico, dessa vez pela Regata Transat 6.50 Charente Maritime-Bahia.
Faltava espaço no píer para tanta emoção. Quando foi anunciada a chegada iminente de Izabel, o salão de eventos do Terminal Náutico estava lotado devido à palestra do português Francisco Lobato (campeão da Transat 6.50 2009) e do uruguaio-brasileiro Horacio Carabelli (campeão da VOR 2008-09). Dentre as autoridades, estavam presentes a Diretoria da FENEB (Arnaldo Pimenta, Maurício Mascarenhas e José Arcésio) e o Secretário de Turismo da Bahia Domingos Leonelli.
"Para cada coisa existe uma palavra, e para essa viagem a palavra foi: maravilhosa! A viagem valeu muito a pena," afirmou a velejadora. "A dificuldade foi a partir da latitude 13 N até ao Equador, peguei um contravento muito forte na região dos doldrums. A proa do meu barco tá toda estourada, quase quebrou o estaiamento quando eu subi o gennaker! Isso tudo aconteceu sem vento, cara!"
Ao pisar no píer, Izabel queria logo sentir o gosto das "mordomias" da vida "em terra firme": "Alguém aí tem uma Coca-Cola? Baiana, cadê o meu acarajé?" Mas, com toda a certeza, o 28º lugar obtido na classe Protótipos deixou um gostinho de vitória para a vela nacional: "Graças a Deus que a gente conseguiu colocar uma bandeirinha do Brasil na regata, mesmo com todas as dificuldades."
(Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia - Feneb, 29/10/2009).
www.feneb.blogspot.com

(Topo)

Desporto.pt


Cerimónia de Entrega de Prémios da 2ª Etapa no Clube Espanhol de S. Salvador da Bahia

O requintado Clube Espanhol de S. Salvador da Bahia foi o local escolhido pela Organização da Transat 2009 para a Cerimónia de Entrega de Prémios da 2ª Etapa que ligou a cidade do Funchal à costa brasileira. Francisco Lobato subiu ao pódio para receber o prémio de Vice-Campeão desta etapa, 3 100 milhas cumpridas pelo velejador luso em 20 dias, 17h, 8m e 15s. Os prémios, réplicas em prata dos pequenos veleiros da classe Mini 6.50 foram oferecidos aos três concorrentes vencedores enquanto que às três melhores velejadoras foram entregues figuras tiípicas da Bahia. Izabel Pimentel a única velejadora brasileira presente nesta competição foi homenageada pelas Entidades Oficiais brasileiras pela sua coragem e determinação. A Cerimónia começou com música e danças do Grupo da Liberdade, uma associação que reune muitos jovens da comunidade que nos seus tempos livres trabalham as típicas canções desta região brasileira. Os convidados foram recebidos por bonitas baianas com as conhecidas Fitas de N. Sr. do Bonfim. Christophe Vieux, administrador da GPO, empresa francesa organizadora da Transat 2009 fez os tradicionais agradecimentos: «O nosso obrigado a todos os concorrentes, não esquecendo os quatro velejadores que ainda estão no mar, e todas as entidades da Bahia pela forma como nos receberam. A Bahia é um destino que esperemos continue a ser o nosso porto de abrigo.» Domingos Leonelli, Secretário do Turismo, salientou a importância desta regata para a cidade. «Estou muito satisfeito por ter apoiado esta regata, parabéns a todos quantos estiveram envolvidos nesta travessia, é sem dúvida uma mais valia para a cidade. Quero salientar a presença de Izabel Pimentel que teve a coragem e determinação de atravessar sozinha o Oceano, parabéns pelo feito». Izabel Pimentel, emocionada com este testemunho explicou que «Depois de ter conseguido ultrapassar a fase do material estragado, o pau de spi partido, a falta de vento, a melhor prenda foi ter conseguido chegar a tempo desta cerimónia, queria muito festejar a minha participação, estou muito feliz, cheguei sã e salva. Amanhã é altura para arrumar esta embarcação e começar a preparar o novo 40 pés para a volta ao mundo em solitário. Vou comprar um casco francês. Quero só dizer-vos que esta travessia dá muito trabalho, tenho a minhas rotinas a bordo, penso muito, passo muito bem o tempo sózinha com o meu barco e com o vento». Também o Secretário de Estado da Educação, Desporto e Lazer salientou a importância desta competição. «Além da coragem de atravessar num barco tão pequeno este Oceano que agora já não nos separa da Europa, antes pelo contrário nos une, fiquei muito satisfeito e mesmo emocionado com o facto de 300 jovens estudantes terem visitado as embarcações. Quem sabe se um destes estudantes um dia náo estará na linha de largada da Transat?» O Director da regata Denis Hughes chamou um a um todos os participantes num gesto de agradecimento pela sua grande coragem de estarem sózinhos a bordo e navegarem muitas das vezes em condições tão dificeis. Presente esteve também o presidente do Clube Naval do Funchal Rodrigo Jones Cardoso. «É muito importante que o Funchal receba estas regatas internacionais. Neste caso ainda houve outra vantagem o facto de um velejador português ter ganho a competição. A partir de agora vamos começar a trabalhar na próxima Transat que se cumpre dentro de dois anos». Francisco Lobato recebeu um grande aplauso da assistência onde marcavam presença velejadores e amigos. «É muito bom subir ao palco e ver o reconhecimento do meu trabalho, tenho a sensação de missão cumprida na classe Mini. Mas esta competição tem o seu grande foco no Salão Náutico de Paris onde vou receber o prémio de vencedor da Transat 2009 ». Recordamos que a Cerimónia final (classificação das duas etapas) de Entrega de Prémios da Transat 2009 terá lugar em Dezembro na Feira Náutica de Paris e Francisco Lobato estará no pódio como vencedor da mítica regata depois de ter cortado a linha de chegada na primeira posição no Funchal com 22h de avanço em relação ao segundo classificado e ocupado o lugar de vice-campeão na segunda perna da regata que terminou em S. Salvador da Bahia. Francisco Lobato regressa neste Domingo a Lisboa onde dará uma Conferência de Imprensa na Sala Apolo do Aeroporto, uma amável parceria com a A.N.A.
(Fonte: Sportinveste Multimédia, 30/10/2009).
Desporto.pt
http://desporto.pt.msn.com/article.aspx?cp-documentid=150530867

(Topo)

Flickr


Izabel Pimentel completa o percurso da regata Charente-Maritime/Bahia

A única representante brasileira na 17ª edição da regata Charente-Maritime/Bahia Transat 6,50, Izabel Pimentel, atracou no píer do Terminal Náutico da Bahia na noite desta quarta-feira (28), às 22h55. A velejadora atravessou o Oceano Atlântico sozinha, saiu de La Rochelle (França) no dia 13 de setembro e chegou em Salvador depois de percorrer 4.200 milhas náuticas, o equivalente a 7.800 quilômetros. Izabel chegou em 28º lugar na categoria de protótipos e foi recepcionada com estouro de champagne e muita festa.
(www.flickr.com, 28/10/09).
Nota:
As fotos da chegada da brasileira estão disponíveis no endereço: www.flickr.com/photos/turismobahia/sets/72157622562004789/.

(Topo)

Aratu Online


Velejadora brasileira completa percurso da Charente-Maritime

A única representante brasileira na 17ª edição da regata Charente-Maritime/Bahia Transat 6,50, Izabel Pimentel, atracou no píer do Terminal Náutico da Bahia na noite desta quarta-feira (28), às 22h55. A velejadora atravessou o Oceano Atlântico sozinha, saiu de La Rochelle (França) no dia 13 de setembro e chegou em Salvador depois de percorrer 4.200 milhas náuticas, o equivalente a 7.800 quilômetros. Izabel chegou em 28º lugar na categoria de protótipos e foi recepcionada com estouro de champagne e muita festa.
Izabel comemorou a chegada, já que esta é a primeira vez que ela consegue participar da regata, que contou com o apoio do Governo da Bahia, através da Secretaria de Turismo. "Foi uma viagem maravilhosa, estou muito satisfeita. A maior dificuldade foi entre a latitude 13 até a latitude 0 (região próxima a linha do Equador). Neste trecho, só peguei contravento e duas depressões muito fortes, foi uma travessia muito dura", comenta a velejadora brasileira.
Na chegada, o secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, parabenizou a brasileira pela façanha. "Ela é uma heroína, atravessar o Oceano Atlântico sozinha é um feito que nos orgulha. Tive a oportunidade de dar o tiro de largada, em LaRochelle, e recepcioná-la aqui. A Bahia fica ainda mais satisfeita por ter patrocinado a competição. São eventos como este, de grande sucesso, que estimulam o governo a apoiar as competições", ressalta.
"Continuamos com a política de incentivo às regatas, diminuindo os custos para o Estado. Esta atividade representa uma parcela importante do turismo náutico na Bahia", explica o secretário. Para Leonelli, eventos como este impulsionam o segmento de turismo náutico ainda mais.
Em 2007, Izabel tentou participar da competição mas não foi autorizada a largar, pois o barco não estava dentro das normas da competição. Desta vez, o barco da brasileira, batizado de Petit Bateau, um protótipo - peça única - Manuard, pôde participar da Transat 6,50.
Os cinco barcos que ainda estão no mar devem cruzar a linha de chegada na manhã desta quinta-feira (29), dia da festa de premiação. Conhecida também como Regata Transatlântica em Solitário, por ser apenas um velejador em cada barco, a Transat 6,50 é uma das mais importantes competições do cenário náutico internacional. Em Salvador, ela já foi realizada cinco vezes: em 2001, 2003, 2005, 2007 e agora em 2009. A classificação está disponível em tempo real no site www.transat650.org/pt/.
(Aratu Online , 29/10/2009).

(Topo)

Webventure


Velejadores solitários cruzam o Oceano Atlântico na TransAt 6,50

Terminou na tarde desta quinta-feira, em Salvador, a regata Mini-TransAt 6,50, que partiu de Charente-Maritime, na França, passando por Funchal (Ilha da Madera-Portugal) e concluindo em Salvador, na Bahia. A prova reúne velejadores solitários que cruzam o Oceano Atlântico em embarcações simples e o primeiro a chegar em terras brasileiras foi o francês Thomas Ruyant, a bordo do Faber France.
Ao todo, o percurso totaliza 7.800 quilômetros e os competidores iniciaram as disputas no dia 13 de setembro. Ruyant levou 18 dias 20 horas e 16 minutos com uma velocidade de 6,92 nós (aproximadamente 11 km/h) de média para completar o percurso.
Ruyant chegou à Marina da Bahia bastante empolgado, mas sem esconder o cansaço da competição, que abre portas para a disputa de vela oceânica solitário. “O barco foi preparado em dois anos Mas como é difícil essa regata! Atravessar o Atlântico nesses caixotes não é tão fácil como pode parecer. Eu falava todos os dias com o meu barco. Eu conheço suas qualidades e seus defeitos. Ele respondeu a todas as minhas expectativas”, declarou o vencedor.
Na última quarta-feira (21), o vencedor calculava cerca de 55 milhas náuticas – 81,51 quilômetros - de vantagem sobre o segundo colocado, HP Schipman e 74,26 – 119,50 quilômetros - sobre Bertrand Delesne, terceiro colocado.
“Eu realmente não desisti em nenhum momento. Foi assim que pouco a pouco eu cavei a vantagem e em seguida eu ganhei velocidade fazendo várias manobras”, contou Ruyant sobre suas estratégias.

Brasil na disputa
A brasileira Izabel Pimentel é a única brasileira a competir na TransAt, que considera um “treinamento” para encarar a volta ao mundo sozinha. Em 2007, durante a competição, Izabel teve problemas com o barco e, neste ano, segue na disputa para chegar a Salvador. “Em 2007 meu barco não estava conforme as normas, acho normal ele não poder largar. O que me aborrece é que há dois anos eu tinha um patrocinador, tinha capital. Mas não faz mal, estou muitíssimo feliz de participar dessa prova. A emoção aumenta, pois vou entrar no meu país competindo”, contou a competidora em Portugal.
A brasileira velejou durante 8dias 21h 26min29s, percorrendo mais de dois mil quilômetros (aproximadamente 1.200 milhas náuticas) entre a saída, na França e Funchal. “Já na largada, tive um probleminha no meu barco. Eu mesma consertei, não queria retornar ao porto. Parti de uma vez por todas”, comemorou.
Para a chegada da prova, Izabel está apreensiva. “Meu barco, mesmo sendo um protótipo, não é novo. Ele é pesado. Eu não consigo brigar com os barcos de última geração. Apesar de tudo, mesmo se estou em último, eu brigo até o fim. Porque eu não esqueço que isso é uma competição”, concluiu.
(Webventure, 22/10/2009).

(Topo)

Náutica Online


Izabel Pimentel a caminho de Salvador

Por Tássia Novaes
Da Agecom-BA

Aos poucos o píer do GT Náutico começa a ganhar um colorido especial. Mais de 50 veleiros (protótipos e de série) que participam da 17ª Charente-Maritime/Bahia Transat 6,50 2009 já cruzaram a linha de chegada na Baía de Todos os Santos. Até o final da noite deste domingo, 25, outros seis veleiros devem chegar à Salvador, segundo previsão do comitê francês Grand Pavois Organisation (GPO).
A velejadora Izabel Pimentel, 41 anos, única a representar o Brasil na competição, só deve chegar entre segunda, 26, e terça-feira, 27. Atualmente, ela está a pouco mais de 500 milhas náuticas de distância da linha de chegada – o equivalente a 930 quilômetros. Até o final da noite, o barco de Izabel (Petit Bateau) deve se aproximar do litoral de Recife.

DESAFIO
Izabel já participou de três regatas, entretanto, a Transat 6,50 é a primeira travessia transatlântica que ela encara como competição. Em 2007, embora estivesse classificada, a velejadora carioca não pôde partir porque seu veleiro não cumpriu todas as normas de segurança exigidas à classe Mini. Faltavam alguns equipamentos, como batalós.
Desde então, Izabel percorreu cerca 18 mil milhas náuticas a bordo do Petit Bateau, preparação que lhe confere bastante experiência com o barco no qual veleja atualmente. "O que me aborrece é que há dois anos eu tinha um patrocinador, tinha capital. Dessa vez não tenho nem financiador e nem dinheiro. Mas não faz mal, estou muitíssimo feliz de participar dessa prova. A emoção aumenta, pois vou entrar no meu país competindo", disse Izabel, em entrevista ao site oficial da regata, pouco antes de partir para Via Funchal, a segunda etapa da Transat 6,50.

DESCLASSIFICADOS
Dos 85 barcos que partiram no dia 13 de setembro de Charente-Maritime, na França, apenas 78 devem cruzar a linha de chegada. Sete barcos foram desclassificados devido a acidentes durante o percurso.
O último ocorreu na madrugada de sábado, dia 24. O barco Ma Vie pour Mapei, do velejador italiano Ricardo Apollini, encalhou por volta das 4 horas na praia de Guarajuba, no Litoral Norte, a 60 quilômetros de Salvador. "O velejador dormiu e quando acordou o barco estava parado numa parte rasa da praia, provavelmente deu pane no piloto automático", explica Christopher Vieux, diretor operacional da Transat 6,50.
Apollini foi socorrido de imediato por dois pescadores locais. Como seu barco não estava emitindo sinal para a central de controle da Grand Pavois Organisation (GPO), ele próprio entrou em contado com a família por meio de um telefone que encontrou na praia de Guarajuba. Falou com a esposa e ela própria avisou a situação à equipe da GPO. Uma equipe de apoio do GPO chegou ao local pouco antes de amanhecer.
O velejador italiano passa bem. Não se machucou no acidente. Entretanto, foi desclassificado da competição porque um dos lemes quebrou. O barco ainda está na praia de Guarajuba.
Os barcos que ainda estão a caminho devem cruzar a linha de chegada na Baía de Todos os Santos até a próxima quarta-feira, dia 28. Até lá, muita coisa ainda pode acontecer. A Transat 6,50 é uma competição de elevado grau de dificuldade. Os velejadores navegam sozinhos e sem auxilio comunicação externa. Na quinta-feira, dia 29, será realizada a cerimônia de premiação.

A REGATA
Criada em 1977, a Transat 6,50 ocorre a cada dois anos e tem a Baía de Todos os Santos, em Salvador, como destino final desde 2001, quando deixou de ser uma regata mini - antes disso, os vejadores não cruzavam o Atlântico. A última edição foi realizada em 2007.
O primeiro colocado da edição deste ano (2009) é o francês da cidade de Dunquerque,Thomas Ruyant, seguido por Bertrand Delesne, em segundo, Henri-Paul Schipman em terceiro, Stéphane Le Diraison, em quarto, e François Guret, em quinto.
A 17ª Charente Maritime Transat Bahia 6,50 tem apoio do Governo do Estado, por meio da Sudesb, Secretaria de Turismo e Bahiatursa.
(Fonte: Náutica Online, Agecom-BA, 25/10/2009).

(Topo)

Esporte Site


Izabel já está na ilha da Madeira

Única brasileira a participar da TransAt 6,50, Bel chegou a Funchal ontem, depois de velejar por quase nove dias desde a França. Apesar de inscrita na categoria Protótipos, o Petit Bateau é mais adequado para travessias de cruzeiro e a 33ª colocação não incomodou a velejadora. “Meu barquinho se comportou com muita personalidade e a primeira etapa da regata foi maravilhosa”, comemorou Izabel.
O único problema enfrentado no trecho de quase 1.200 milhas náuticas (mais de dois mil quilômetros) foi a quebra do spi. Sem poder levantar o balão verde, amarelo e azul, a menina dos olhos da velejadora, Izabel cumpriu a primeira etapa da prova com média de velocidade inferior a seis nós. Mesmo distante dos líderes, conseguiu andar junto da flotilha por todo o tempo.
Além de descansar para a segunda etapa da regata e fazer a revisão do barco, o próximo compromisso de Izabel na Charente-Maritime / Bahia Transat 6,50 2009 será a cerimônia de premiação, no dia 1º de outubro. Dois dias depois, a flotilha parte de Funchal em direção a Salvador. A previsão é de que os líderes cheguem ao Brasil entre os dias 20 e 21 de outubro. Veja abaixo as informações oficiais sobre a participação de Izabel Pimentel na primeira etapa da regata.
Chegada: 22/09/2009 – 11h 43min 20seg (horário local)
Tempo: 8d 21h 26min 29seg
Percurso: 1.171,92 mn
Média diária: 5,48 nós
Melhor desempenho em 24 h: 161,61mn
Colocação geral na série PROTO: 33º
(EsporteSite, 23/09/2009).

(Topo)

Mergulho Brazil


Velejadora Izabel Pimentel é a única representante brasileira em regata internacional

A regata TransAt 6,50 começou no último domingo (13), tendo sua largada em La Charente-Maritime (França) e o destino final a cidade de Salvador (BA). Izabel Pimentel é a única representante brasileira a participar da regata.
A velejadora brasileira possui um histórico positivo quando o assunto é travessia de oceanos: foi a primeira brasileira a cruzar o Atlântico em velejada solo, no ano de 2006.
O veleiro utilizado na regata é o Mini 6,50, um mocasco de seis metros e meio, sem assistência ou comunicação exterior. A edição de 2009 contará com 85 participantes de 14 países diferentes, com apenas seis mulheres, e uma delas é a brasileira Izabel Pimentel.

Percurso
Após a largada na França, os velejadores seguem para Funchal, na Ilha da Madeira, com a chegada prevista para o dia 18 de setembro. Depois, no dia 03 de outubro haverá uma relargada da prova, e os velejadores continuarão sem escalas direto para Salvador (BA). O percurso totaliza 4.200 milhas náuticas, o equivalente a 7.800 km, nas quais os participantes enfrentarão ventos fortes e calmarias. A chegada no Brasil está prevista para o dia 20 de outubro.
(Mergulho Brazil, 16/09/2009).

(Topo)

Boteco 1


“Eu vou dar a volta ao mundo”

Por Gustavo Sirelli

Izabel Pimentel está em Funchal, na Ilha da Madeira, se preparando para partir em direção ao Brasil e cumprir a segunda etapa da TransAt 6,50 La Charente-Maritime (França) / Salvador (Bahia, Brasil) 2009.

Única brasileira na prova, uma das seis mulheres entre 84 velejadores de 14 países. Mesmo sem pretensões de lutar pela vitória, a participação de Izabel entra para a história da vela nacional. Se não bastasse ter sido a primeira brasileira a cruzar o Atlântico em velejada solo, quando chegar à Bahia Bel estará completando sua quarta travessia.
A partir daí, o que esperar do futuro, quais serão seus próximos desafios? Nesta entrevista, Izabel fala sobre a realização de um sonho e a construção de um novo, um encontro especial antes de partir e a separação de seu barquinho.

Você precisou se classificar duas vezes para correr uma TransAt. Com a confirmação da inscrição, a largada e a primeira etapa concluída, qual o significado da regata pra você?
É muito bom estar aqui, compartilhar do brilho nos olhos dos competidores. Mas confesso que foi muito desgastante. Podíamos estar mais competitivos, mas foram tantos problemas no barco brasileiro... Tive a visita do arquiteto naval responsável pelo barco do Lobato, competidor português. Renato, do estaleiro Delmar Conde, de Aveiro (Portugal), disse que tenho problemas nos lemes e que a única maneira de resolver seria fazer novos. Os lemes são originais e isso me deixa muito triste. É como subir um rio contra a corrente, realmente muito cansativo, até desanima. E não foram só os lemes, o meu check list aumentou. Algumas coisas conseguimos arrumar, outras não... Fui para o hotel e passei um dia dormindo.

Você teve problemas com o balão nessa primeira etapa. O que aconteceu exatamente? Já está tudo resolvido para a segunda etapa?
O problema foi com o pau de spi, ele quebrou junto à base. Mas usei o balão na travessia. No final das contas, só sobrou o estresse de quebrar algo na largada, baixa a moral logo de cara. Mas depois de uma hora já tinha o ,spi no alto.

Mas houve momentos em que você não usou seu balão
Não usei o spi em ventos mais fortes, mas o problema não foi do pau e sim do leme que não segura, mesmo que eu leve o leme sem o piloto automático. Então, ficamos sempre em desvantagem.

Você chegou a Funchal na 33ª posição. Sem o problema da vela, é possível recuperar posições até o Brasil? Qual a sua expectativa de resultado?
Acredito que sim. Vamos dar tudo dentro de nossos limites.

Mesmo com a regata já em andamento e apesar da projeção de um resultado modesto, você continua angariando apoios, como a rede de hotéis Dom Pedro, de Portugal. Qual a importância dos patrocínios e o que você pode oferecer como contra-partida para as empresas que te apóiam?
Temos uma história. Não é só estar ali, tem um significado muito maior. Na França até primeira pagina de jornal fizemos, pois os franceses sabem como é dificil fazer a travessia Brasil-França. O Brasil, para estar na regata, atravessou um oceano. Mesmo sem patrocínio e com todas as dificuldades, consegui a qualificação. E onde paramos, todo mundo quer conhecer o Petit, um barquinho valente. Outro detalhe é que a presença de uma mulher da América Latina também atrai o publico, não é comum. E tudo o que é diferente chama a atenção.

Mesmo faltando poucos dias para retomar a regata, sua agenda está cheia. Nesta quinta você vai receber a visita de algumas crianças, é isso?
Fiquei muito feliz quando soube que foram crianças da Instituição Abraço que fizeram os desenhos no meu barco. Há alguns anos, já tinha feito uma doação, em Brasília, à versão brasileira da mesma instituição, a Combate o Estigma com um Abraço. Eles fazem um trabalho lindo, emocionante. É muito triste saber que crianças já nascem com a doença. E é uma realidade dura, desde jovens. Mas viver é muito bom. Enquanto houver luz, há um caminho e enquanto há um caminho, existirão motivos para sorrir. Quero sorrir com eles, compartilhar momentos especiais com as crianças. Vai ser muito bonito.

O que a Izabel vai fazer quando chegar ao Brasil?
Voltar a Paraty e escrever o livro sobre os dois anos com o Petit. Serão mais de 24 mil milhas de muitas histórias. Às vezes acho até que está mais para novela mexicana... (risos).

É verdade que você quer dar a volta ao mundo? Como planejar uma aventura como essa? Para quê dar uma volta ao mundo? É possível dizer quando você partirá para essa aventura?
Eu nao quero dar a volta ao mundo. Eu vou dar a volta ao mundo. Começo os preparativos em janeiro de 2010. Será uma volta ao mundo sem escalas e nas altas latitudes. Uma vez uma amiga, a Julie, me disse “você vai dar a volta ao mundo por ser da sua natureza”. Não tem outros ‘por quês’. É como perguntar a nós, mulheres, para quê ter filhos?

Sua volta ao mundo, certamente, não será a bordo do Petit Bateau. Qual o destino do seu barquinho após sua chegada ao Brasil? Vai conseguir se desapegar dele?
Foram muitas milhas com meu Petit e certamente existe sintonia, cumplicidade, alma e muito sentimento. Vai ser difícil, mas tudo tem início, meio e fim. O fim dessa relação está perto, mas ele certamente continuará se aventurando. Foi construído para isso.

Rio de Janeiro, 30 de setembro de 2009.

Izabel Pimentel já está na Ilha da Madeira

Única brasileira a participar da TransAt 6,50, Bel chegou a Funchal ontem, depois de velejar por quase nove dias desde a França. Apesar de inscrita na categoria Protótipos, o Petit Bateau é mais adequado para travessias de cruzeiro e a 33ª colocação não incomodou a velejadora. “Meu barquinho se comportou com muita personalidade e a primeira etapa da regata foi maravilhosa”, comemorou Izabel.
O único problema enfrentado no trecho de quase 1.200 milhas náuticas (mais de dois mil quilômetros) foi a quebra do spi. Sem poder levantar o balão verde, amarelo e azul, a menina dos olhos da velejadora, Izabel cumpriu a primeira etapa da prova com média de velocidade inferior a seis nós. Mesmo distante dos líderes, conseguiu andar junto da flotilha por todo o tempo.
Além de descansar para a segunda etapa da regata e fazer a revisão do barco, o próximo compromisso de Izabel na Charente-Maritime / Bahia Transat 6,50 2009 será a cerimônia de premiação, no dia 1º de outubro. Dois dias depois, a flotilha parte de Funchal em direção a Salvador. A previsão é de que os líderes cheguem ao Brasil entre os dias 20 e 21 de outubro. Veja abaixo as informações oficiais sobre a participação de Izabel Pimentel na primeira etapa da regata.

Chegada: 22/09/2009 – 11h 43min 20seg (horário local)
Tempo: 8d 21h 26min 29seg
Percurso: 1.171,92 mn
Média diária: 5,48 nós
Melhor desempenho em 24 h: 161,61mn
Colocação geral na série PROTO: 33º

Izabel Pimentel larga neste domingo da França rumo a Salvador

TransAt 6,50 2009, tradicional regata que atravessa o Atlântico, terá largada no domingo e tem chegada prevista ao Brasil para outubro.

Por Gustavo Sirelli

Apenas uma brasileira participará, a partir do próximo domingo, da TransAt 6,50, a regata que parte de La Charente-Maritime (França) e chega em Salvador (Bahia, Brasil). E não é por acaso: Izabel foi a primeira brasileira a cruzar o oceano Atlântico em velejada solo, em 2006. Naquela época, a atleta já acalentava o sonho de participar de uma das provas mais tradicionais da vela mundial.
O conceito é simples: um homem, um barco, um oceano. O veleiro utilizado na regata é um Mini 6,50, um monocasco de seis metros e meio, sem assistência ou comunicação exterior, que nasceu para padronizar os barcos que faziam a travessia do Atlântico, da Europa para o Caribe, em solitário. A prova foi criada em 1977 pelo inglês Bob Salmon e, em 2009, terá 85 participantes de 14 países. Entre eles, apenas seis mulheres.

Teimosia
Em toda a história, cinco velejadores brasileiros tentaram a classificação em cinco oportunidades e só um, Gustavo Pacheco, conseguiu participar da prova. A relação de Izabel com a Transat 6,50 começou em 2007, quando – com um barco construído no Brasil - conseguiu se classificar para a prova pela primeira vez. Devido a problemas estruturais com o veleiro brasileiro, a organização da regata impediu-a de participar da prova, apesar de ter cumprido todas as etapas da pré-classificação.
Hoje, depois de percorrer mais de 24 mil milhas náuticas (cerca de 44.500km) em solitário e realizar todos os reparos necessários, Izabel está novamente classificada e, a bordo do Petit Bateu, está pronta para fazer sua quarta travessia do Atlântico, desta vez em regata. “Em 2007 eu voltei pra casa triste, pois não consegui chegar a Salvador com a regata. Mas este ano eu chegarei à Bahia com meu barquinho verde e amarelo, com um barquinho que tem vida e história, que foi valente e lutou para estar lá. Este ano vou chegar a Salvador com meu Petit Bateau”, fala a velejadora confiante.
Apesar da frustração de 2007, Bel não desistiu e, mais uma vez, vai fazer história na vela brasileira. “É verdade que para chegar neste ponto, minha teimosia ajudou bastante, mas o importante é que o Brasil está lá”, diz orgulhosa.
As últimas semanas foram dedicadas à preparação do barco para a prova. “A cada check list, encontro novas coisas para fazer, mais detalhes para acertar. E também é muito bom, dá ainda mais força saber que tanta gente que acredita e está torcendo por mim. Na hora de colocar os adesivos no barco, foi até difícil. O Petit Bateau teve muitos apoios e, sem eles, não estaríamos aqui. Então, quero deixar registrado o meu muito obrigado à Construflama, Marina Porto Imperial, Holt-Nautos, Internacional Tintas, Nob Multisports, La Fille, Pousada Corsário, Onixsat Telecom, Cousin Trestec, New Technology Motorsports e ao Boteco 1”, agradeceu.

O roteiro
A largada da regata acontece no próximo domingo e os velejadores seguem para Funchal, na Ilha da Madeira, onde devem chegar a partir de 18 de setembro. A relargada da prova, já em direção à Bahia, acontece no dia 3 de outubro e os primeiros colocados começam a aportar no Brasil a partir do dia 20 de outubro.
Ao todo, o percurso tem cerca de 4.200 milhas náuticas (quase 7.800km) e os competidores passarão por regiões de ventos fortes e calmarias, exigindo resistência e paciência para driblar as dificuldades. “Faltando tão pouco para a largada, estou cada vez mais ansiosa. O ‘barquinho’ está lindo e pronto, com velas novas, bolina de carbono, cabos coloridos, tudo revisado e testado. Então, tenho aproveitado os últimos dias para estudar a tática que adotarei na regata. As escolhas não são fáceis e tentarei dar o máximo”, promete Izabel.

Desafio
Izabel parte da França no próximo domingo, mas avisa que a regata não acontece apenas no mar e faz um desafio aos torcedores brasileiros. “Enquanto estivermos atravessando o Atlântico, também haverá a regata virtual. Quem será que vai chegar primeiro, eu no meu barquinho ou vocês, pelo computador?”. Para participar da brincadeira (gratuita) e acompanhar a regata em tempo real, basta acessar o site www.transat650.org. Também será possível acompanhar a participação de Bel pela página dela, no endereço www.izabelpimentel.com.

(Rio de Janeiro, 11/09/2009).

Izabel Pimentel, a primeira brasileira a atravessar o Atlântico sozinha, também quer dar a volta ao mundo

Por Gustavo Sirelli

Falta muito pouco para Izabel Pimentel se transformar na primeira brasileira a participar de uma das regatas mais tradicionais do mundo, a La Charente-Maritime - Bahia TransAt 6,50, prova que teve sua primeira edição realizada em 1977 e é reconhecida como a porta de entrada no mundo da vela oceânica em solitário.
Segundo a velejadora, está quase tudo pronto, mas os próximos dias serão de correria. “O tempo está se esgotando, tenho menos de 15 dias para os últimos ajustes e revisões. Em 1º de setembro o barco tem que estar pronto para a medição”, conta. A largada da regata acontece no dia 13 de setembro.

As bolinas do Boteco1
Durante sua preparação e provas de classificação, Bel contou com o apoio de algumas empresas - Construflama, Churrasqueiras e Lareiras; Marina Porto Imperial; Holt-Nautos; Internacional Tintas; Nob Multisports; La Fille; Pousada Corsário (Paraty e Búzios), Onixsat, Cousin e New Technology Motorsports - e, apesar das dificuldades na fase final da preparação, recebeu uma boa notícia na última semana.
Os integrantes do Boteco1, a torcida organizada da vela que nasceu durante a campanha do Brasil 1, se cotizaram em torno de Izabel. “Vou andar mais rápido no contravento graças ao Boteco1, que pagou as bolinas. Saber que há tanta gente torcendo por mim, dividindo o sonho comigo, me dá mais força para participar e chegar à Bahia velejando com a regata”.

O que esperar da Izabel nesta Transat?
Izabel sabe que seu barco não pode competir com os da última geração, mas confia no Petit Bateau. "Ele é duro, mas com as velas e bolinas novas será mais competitivo. Ainda assim, é pesado para lutar com os outros. Em 2007 tinha um bom patrocinador, dinheiro e não pude correr. Este ano estou na linha de largada, mas com poucos recursos financeiros. É difícil lidar com isso, às vezes é desanimador. Mas não vou desistir.”
E o que move Izabel? “Estou na TransAt para, além de realizar um sonho, preparar a minha volta do mundo em solitário. É o grande objetivo da minha vida. Aqui, não tenho pretensões, quero correr, participar. Para mim, atravessar o Atlântico é um prazer, muito mais que uma obrigação. É, também, um regresso ao país.”

Izabel Pimentel será a primeira velejadora brasileira a correr a Transat 6.50

Por Gustavo Sirelli

Dois anos depois de se classificar pela primeira vez, Bel busca patrocínio para participar de uma das regatas em solitário mais tradicionais do mundo, a partir de setembro.

A relação da velejadora sulmatogrossense com a Transat 6,50 começou em 2007, quando – com um barco construído no Brasil - conseguiu se classificar para a prova pela primeira vez. Devido a problemas estruturais com o veleiro brasileiro, a organização da regata impediu-a de participar da prova, apesar de ter cumprido todas as etapas da pré-classificação.
Hoje, depois de percorrer quase 20 mil milhas e realizar todos os reparos necessários, Izabel está novamente classificada e, a bordo do Petit Bateu, está pronta para fazer sua 4ª travessia do Atlântico, desta vez em regata. Em 2007 eu voltei pra casa triste, pois não consegui chegar a Salvador com a regata. Mas este ano eu chegarei à Bahia com meu barquinho verde e amarelo, com um barquinho que tem vida e história, que foi valente e lutou para estar lá. Este ano vou chegar a Salvador com meu Petit Bateau”, fala a velejadora confiante.

Uma brasileira
Apesar do esforço para cumprir os requisitos e do apoio de algumas empresas - Construflama, Churrasqueiras e Lareiras; Marina Porto Imperial; Holt-Nautos; Internacional Tintas; Nob Multisports; La Fille; Pousada Corsário (Paraty e Búzios) e Onixsat -, a participação de Izabel na Transat 6,50 2009 ainda corre risco, pois faltam recursos para a reta final de preparação.
Segundo a velejadora, “perto de tudo o que já passei, o que faltam hoje são apenas detalhes. Alguns reparos decorrentes das provas de classificação, pintura, velas, bolinas, lemes e piloto automático novos, inscrição... O problema é que, olhando hoje friamente, não há fôlego para chegar até setembro, faltam recursos, disse.
Em toda a história da Mini, velejadores brasileiros tentaram a classificação em cinco oportunidades e só um conseguiu participar da prova. A primeira brasileira a atravessar o Atlântico em velejada solo pode ser a segunda, mas luta contra a falta de patrocínio e investe sua credibilidade e o que resta de suas economias para a realização do sonho.
“Já atravessei o Atlântico sozinha três vezes e posso garantir que não é nada fácil. A velejada é difícil, e encarar as críticas e o preconceito também é. Mas não vou desistir”, conclui.
As empresas com interesse em patrocinar a participação de Izabel Pimentel na Transat 6,50 podem entrar em contato com ela pelo e-mail pimentelizabel@hotmail.com.

Milhares de milhas
Entre março de 2007 e junho de 2009, o Petit Bateau tem mais de 18.000 milhas em solitário. Veja como foi.

- 600 milhas em regatas na Europa;
- 4.300 milhas na segunda travessia do Atlântico;
- 1.350 milhas na costa do Brasil;
- 3.000 milhas no percurso Rio de Janeiro - Refeno - Rio de Janeiro;
- 1.600 milhas no percurso Rio de Janeiro - Ilha de Trindade - Macaé – Rio;
- 6.000 milhas na terceira travessia do Atlântico;
- 1.500 milhas entre regatas e transporte do barco até as regatas em 2009.
Obs.: Distâncias aproximadas.

(Topo)
 
 

 
 
Copyright: © Izabel Pimentel - Todos os direitos reservados.